Assim como todo o planejamento de Woodstock, os shows também foram sendo confirmados quase na mesma época do festival. Ao todo, 32 nomes do cenário rock, blues e folk foram escalados para os três dias de apresentações. Abaixo a lista de shows por ordem:
Dia 15/08/1969
- Richie Havens
- Sweetwater
- The Incredible String Band
- Bert Sommer
- Tim Hardin
- Ravi Shankar
- Melanie
- Arlo Guthrie
- Joan Baez
Dia 16/08/1969
- Quill
- Keef Hartley Band
- Country Joe McDonald
- John Sebastian
- Santana
- Canned Heat
- Mountain
- Gratefull Dead
- Creedence Clearwater Revival
- Janis Joplin
- Sly & The Family Stone
- The Who
- Jefferson Airplane
Dia 17/08/1969
- Joe Cocker
- Country Joe and the Fish
- Ten Years After
- The Band
- Blood, Sweat & Tears
- Johnny Winter
- Crosby, Stills, Nash & Young
- Paul Butterfield Blues Band
- Sha-Na-Na
- Jimi Hendrix
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Woodstock 40 anos - Parte 3

A organização do Woodstock concentrou suas atenções para a parte artística do evento, deixando em segundo plano questões sanitárias, de alimentação e infra-estrutura. Os ingressos foram colocados a venda por 18 dólares e, desde o início, a procura foi intensa. Ao todo, 180 mil bilhetes foram comercializados, o que já seria um problemão de administrar. No entanto, dias antes do festival, caravanas de hippies já atravessavam os Estados Unidos rumo ao Woodstock em busca de paz, amor e música. A previsão era que 300 mil pessoas estariam no festival. Nos dias que antecederam os shows, a cidade se tornou um caos, com dezenas de milhares de pessoas montando acampamentos por todos os lugares. Os mercados não tinham comida o suficiente para aquele povo todo. E para completar, a metereologia apontava tempestades para a região.
No dia 15 de agosto, a estimativa de público havia sido superada, já que 500 mil pessoas foram até a fazenda. As cercas foram rompidas e todos tiveram acesso ao festival.
Mas esse caos completo foi apenas um ingrediente do que estava por vir: shows inesquecíveis.
Woodstock 40 anos - Parte 2

É bom deixar claro que o Woodstock não foi o primeiro festival de música dos anos 60. Em 1967, o Festival de Monterrey revelou três nomes que seriam ícones a partir de então: Jimi Hendrix, Janis Joplin e The Who. Então o que fez de Woodstock tão relevante? Eu nasci 15 anos depois e não sei descrever através de vivência qual o contexto naquele agosto de 1969, mas as leituras e filmes nos permitem ao menos saber o que acontecia.
Desde a concepção, ficou claro que Woodstock entraria para a história, em primeiro lugar pela falta de organização. John P. Roberts e Joel Rosenman publicaram anúncios em jornais oferecendo recursos ilimitados para jovens dispostos a fazerem investimentos "legítimos e interessantes". Michael Lang e Artie Kornfeld responderam e propuseram a criação de um estúdio de gravação e divulgação de manifestações artísticas. Daí até a ideia de organizar um festival de música foi um pulinho.
Os quatro jovens decidiram alugar uma parte da fazenda de um senhor chamado Max Yasgur entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, em Bethel, interior de Nova York. Aí começou o princípio de caos, já que os organizadores tinham o espaço e boas ideias, porém, nenhuma experiência com eventos, ainda mais com o desafio que haviam estipulado: fazer com que os principais nomes do cenário rock da época subissem ao palco.
Woodstock 40 anos - Parte 1

Agosto de 1969. Ditadura militar no Brasil, brigas estudantis e feministas faziam da mundo uma bomba relógio. Alheia a tudo isso, a geração hippie promoveu aquele que foi o maior e mais importante festival de música da história: Woodstock. Durante três dias, 500 mil pessoas celebraram a paz, o amor livre, a arte e a música. Passados 40 anos daquele marco da história mundial, o Baú vai se abrir para fazer uma homenagem ao Woodstock, contando fatos, e tentando mostrar o quanto daquilo que foi dito se confirmou e qual o legado daquela geração nos dias atuais.
Boa leitura!
Bolicho aberto novamente!
Cá no sul do Brasil, chamamos de bolicho estabelecimentos modestos, pequenos comércios, onde é possível achar desde palha para fumo até sandálias de borracha. O Baú do Zanini foi criado em 2007 para falar de música, cinema, futebol e coisas que fazem os dias desse que vos escreve lugares menos doloridos. Enfim, um pequeno bolicho virtual. A pauleira cotidiana me fez deixar de lado as postagens e fez com que o conteúdo ficasse sem foco e, por consequência, sem atrativos para o leitor. Navegar pela internet é preciso, mas, por vezes, é uma tarefa enfadonha. O que me afasta da leitura de alguns blogs é a complexidade do conteúdo. Escrever difícil para impressionar é bom para o ego de quem o faz, apenas para o ego de quem o faz. Pelo menos é o que penso. Portanto, meus posts vão ser breves (tentarei), para que a sua passagem pelo Baú seja de bom proveito.
BEMVINDOSWELCOMEBIENVENIDOS!!!!
BEMVINDOSWELCOMEBIENVENIDOS!!!!
domingo, 8 de março de 2009
Macca e Ringo juntos, de novo!

Desde 1970, ano em que os Beatles encerraram as atividades, muito se falou sobre um possível retorno do quarteto. Falatório esse que perdeu força com o assassinato de John Lennon, em 1980. No coração dos fãs do Fab Four, que não são poucos, o romantismo de uma reunião sempre existiu, mesmo que de maneira tímida. E ele aconteceu em meados dos anos 90, quando Paul, Ringo e George se juntaram para gravar duas canções de John: Free as a Bird e Real Love, duas pérolas presentes nos discos Anthology. Mas palco mesmo não rolou. Questões contratuais e de bom senso garantiram que o retorno do então trio em turnê não acontecesse. Em 2001, George Harrison faleceu vítima de um câncer, levando de vez a chance de o mundo ouvir guitarra, baixo e bateria dos Beatles ao vivo novamente. Quis o destino que essa perda motivasse um grupo de amigos de Harrison a organizar um show em Londres. Batizado de Concert for George, a apresentação contou com presenças inusitadas, como Tom Hanks junto aos hilários humoristas do Monty Python, até Eric Clapton, Jeff Lynne, Billy Preston e outros dois amigos de George, dois dos moços de Liverpool: Paul McCartney e Ringo Starr. Sim, a perda fez com que os dois protagonizassem a triste ironia de reviver Beatles no momento da dor. Quem já assistiu ao vídeo (absolutamente recomendável) sabe do que estou falando.
Qual a razão de eu estar falando sobre retorno dos Beatles, ou parte deles, quase quarenta anos após o término da banda?
Pelo simples fato de na última semana, ter sido anunciado um show no Radio City Hall, em Nova Iorque, dia quatro de abril, juntando Paul e Ringo novamente. Não vai ser um concerto inteiro de músicas do quarteto, na verdade o show será em prol de uma fundação do cineasta David Lynch. É provável que a cozinha rítmica dos Beatles toque apenas uma ou duas músicas o que, para o menos romântico dos fãs, já é fantástico!
sábado, 6 de dezembro de 2008
FECHADO
Com postagens esporádicas e sem muito conteúdo, vou deixar o blog fechado para balanço por uns dias. A falta de tempo e a correria dos últimos dois meses não me permitiram escrever nada relevante por aqui. Vou colocar as coisas em ordem e daqui uns dias volto com novidades, trazendo informações que possam ser úteis a todos.
Forte abraço aos leitores!
Daqui um pouco estamos de volta, mas no momento: FECHADO!!!
Forte abraço aos leitores!
Daqui um pouco estamos de volta, mas no momento: FECHADO!!!
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